
A mesma ordem natural das coisas que faz com que os pais queiram os filhos por perto faz com que os filhos da atualidade desejem cada vez mais descobrir o que tem do lado de lá!
E eles estão cada vez mais corajoso e dispostos a se jogar de cara no mundo, cair e levantar quantas vezes forem precisasas!
Caso você não tenha lido o primeiro post dessa TAG CLIQUE AQUI que esta bem legal pra quem anda tendo problemas em convercer os pais de que a recrutadora para o trabalho a bordo não é a Vanda e de que navios hoje dia são sim uma grande oportunidade!
Eu conversei com algumas mães de atuais e ex tripulantes e elas contaram tudo que pensam sobre essa nada comum vida e como fizeram para lidar com a saudade!
Eu falei com a Marcia de Santos, mãe da Camila que tem tres contratos na Costa e um na MSC, com a Fatima do Rio, mãe da Bia que tem dois contratos na Costa, Dona Ivete de São Paulo mãe do Cleber de um contrato, X, de Jau, mãe da Anna de tres contratos, e Ivone de Santa Catarina, mãe da Thayse de tres contratos tambem.
Você já tinha ouvido falar sobre trabalho em navio antes do seu filho decidir embarcar? Qual foi a sua reação quando ele disse que ia embarcar?
Marcia: Sim, já tinha ouvido falar. Fiquei surpresa na verdade, mas sei que ela não desisitiria da ideia. Então apoiei ela em todas as suas viagens.

Fatima: Sim, já tinha ouvido falar.
Primeiro eu fiquei pensando "nao acho que ela vai fazer isso,nao acho que ela vai ter coragem por medo dela ficar ficar longe de casa'
Ivete: Não, nunca tinha ouvido falar.
Ele não disse, fiquei sabendo quando já estava embarcado.

x: Sabia que existia gente que trabalhava a bordo, lógico. Mas jamais pensei que minha filha um dia fosse fazer parte dessa vida.
Olha, não fiquei muito feliz, Pq ela parou a faculdade para começar a trabalhar, e quando fiquei sabendo do salário e dos detalhes da posição gostei menos ainda.

Ivone: Não nunca tinha ouvido falar.
Bem quando ela me falou apoiei mas no mesmo tempo fiquei preocupada ,por ela ficar tanto tempo longe da gente mas sempre confiei na minha fila.
Você acha que o apoio dos pais é importante para os que escolhem esse caminho? Você o apoiou? Ou se não, mudou o seu conceito?

Marcia: Claro, acho muito importante.
Sim eu apoiei

Fatima: Total certeza que é muito importante.
Eu a apoiei e ainda me senti muito orgulhosa

Ivete: Sim, se não for escondido.... Se ele avisar que vai estar lá.

X: Eu acho que o apoio dos pais é sempre importante, não só nessa questão de trabalhar a bordo, mas em tudo.
Eu e meu marido nunca apoiamos a ideia, da primeira vez até que sim, era novidade pra ela e achamos que ia ser bom. Já mais de uma vez achamos besteira. Mas sempre apoiamos,
mesmo não concordando, demos apoio moral e tbm financeiro.
Ivone: Com certeza que o apoio dos pais e importante, e a confiança de um para o outro.
O que você pensa sobre o trabalho a bordo?
Marcia: Acho que traz muitas oportunidades para a pessoa que deseja ser um tripulante, pois ela vai aprender muito com a experiência. Não só em relação a idiomas, mas em coisas da vida. O amadurecimento é uma delas

Fatima: Que é um trabalho muito arduo e sacrificante. e onde eu acredito que as pessoas precisam da força de outros colegas tambem, pra nao desistir.

Ivete: É gratificante, porém, o salário é baixo

X: Pelo que conheço das histórias da Gabriela penso que seja muito difícil. A minha vontade real é entrar com um processo trabalhista contra a Costa. Mas eu sei que minha filha aceitou esses termos e não entrou às cegas, então não posso fazer nada.

Thayse: Pelo que ela me falou e um tanto cansativo , mas no mesmo tempo ela pode sair e conhecer os lugares maravilhosos que tem na Europa.
Você percebeu alguma mudança no seu filho depois que ele voltou do navio?
Sim, percebi que a Camila apesar de ter aquele jeito de menina dela ficou mais madura, mais senhora de si e muito responsável.

Muitas. O crescimento pessoal é absurdamente grande

Sim, voltou valorizando mais a família. Já era independente, já sabia se virar mas voltou com a mente mais aberta.

Percebi muitas coisas. Ela voltou mais independente, mais madura, aprendeu a dar valor no dinheiro suado, aprendeu a dar mais valor na família e na vida que tem. Ela viu que o mundo lá fora não é fácil não, e que as vezes é preciso fazer sacrifícios para alcançar os objetivos.

Sim no conhecimento ela esta mais madura e feliz.
7- Você o apoia a continuar nessa vida?

Se for da vontade dela eu vou apoiar totalmente

Não, acho valida como experiencia mas nao como carreira profissional.

Sim desde que ganhe bem

Não. Hj ela está indo para o terceiro contrato, e sinceramente espero que seja o último. Sempre sonhei em ver meus filhos formados no curso superior e investi nisso a vida inteira deles.

Sim apoio.
8- Você foi visita-li a bordo? O que você achou?
Fui sim, e pude ver que ali dentro eles pareciam ser uma grande família. Quando fui minha filha me mostrava todos os lugares mas, o que mais me impressionou foi que a todo momento a Camila parava e me apresentava para alguém, não importando a nacionalidade. Pude ver o quanto minha filha era querida e isso me tranquilizou em relação aos medos que eu tinha sobre essa vida.

Sim. E me senti imensamente orgulhoza de ve-la se dedicando,trabalhando,responsavel

Sim, foi maravilhoso... Só que o navio não podia navegar, tenho medo (risos)

Eu fui uma vez, no primeiro contrato dela, mas não subimos no navio Pq ela queria que eu cozinhasse pra ela (ela adora minha comida). Mas pelo que vi no Porto de Santos achei bem desorganizado.

Não.
9- O que você diria para quem está vivendo isso agora, digo, para os pais que ainda estão chocados com a ideia de ter um filho embarcado?! E um conselho para lidar com a saudade?
Diria para apoiar o seu filho, porque isso vai ser uma experiência única e que vai mudar a visão dele em relação ao mundo e ele mesmo. Confesso que lidar com a saudade é difícil mas, se minha filha estiver feliz é o que vai me importar.

Para os pais,acreditem que tudo é valido. É uma fase de experiencia importante para um jovem para aprender a conviver com as adversidades da vida,ainda que sozinho e longe de casa.

Pra terem muita paciência, orar muito a Deus independente de religião pois vai está orando e pedindo proteção ao seu filho que vai está muito distante de casa. Ter fé e apoia que vai dar tudo certo e entregar nas mãos de Deus.

Olha, para esses pais de "primeiro contrato" nosso filhos estão tentando se descobrir, afinal criamos eles para o mundo. É uma boa experiência de vida um enriquecimento cultural que poucas pessoas terão na vida. São histórias para contar por vários anos, laços que ficarão por muito tempo na vida deles. Eles vão fazer de qualquer jeito e pelo menos se tiverem seu apoio vc fará parte da evolução deles. E a saudades, só quem é mãe sabe a dor que é ficar longe de um filho, mas eles não podem ficar na barra da saia pra sempre, infelizmente.

Tem confiar em seu filho Hoje tem tantas maneira de matar a saudade ,facebook , telefone e muito mais.
Marcia: Sim, já tinha ouvido falar. Fiquei surpresa na verdade, mas sei que ela não desisitiria da ideia. Então apoiei ela em todas as suas viagens.
Fatima: Sim, já tinha ouvido falar.
Primeiro eu fiquei pensando "nao acho que ela vai fazer isso,nao acho que ela vai ter coragem por medo dela ficar ficar longe de casa'
Ivete: Não, nunca tinha ouvido falar.
Ele não disse, fiquei sabendo quando já estava embarcado.

x: Sabia que existia gente que trabalhava a bordo, lógico. Mas jamais pensei que minha filha um dia fosse fazer parte dessa vida.
Olha, não fiquei muito feliz, Pq ela parou a faculdade para começar a trabalhar, e quando fiquei sabendo do salário e dos detalhes da posição gostei menos ainda.

Ivone: Não nunca tinha ouvido falar.
Bem quando ela me falou apoiei mas no mesmo tempo fiquei preocupada ,por ela ficar tanto tempo longe da gente mas sempre confiei na minha fila.
Você acha que o apoio dos pais é importante para os que escolhem esse caminho? Você o apoiou? Ou se não, mudou o seu conceito?

Marcia: Claro, acho muito importante.
Sim eu apoiei

Fatima: Total certeza que é muito importante.
Eu a apoiei e ainda me senti muito orgulhosa

Ivete: Sim, se não for escondido.... Se ele avisar que vai estar lá.

X: Eu acho que o apoio dos pais é sempre importante, não só nessa questão de trabalhar a bordo, mas em tudo.
Eu e meu marido nunca apoiamos a ideia, da primeira vez até que sim, era novidade pra ela e achamos que ia ser bom. Já mais de uma vez achamos besteira. Mas sempre apoiamos, mesmo não concordando, demos apoio moral e tbm financeiro.
Ivone: Com certeza que o apoio dos pais e importante, e a confiança de um para o outro.
O que você pensa sobre o trabalho a bordo?
Marcia: Acho que traz muitas oportunidades para a pessoa que deseja ser um tripulante, pois ela vai aprender muito com a experiência. Não só em relação a idiomas, mas em coisas da vida. O amadurecimento é uma delas
Fatima: Que é um trabalho muito arduo e sacrificante. e onde eu acredito que as pessoas precisam da força de outros colegas tambem, pra nao desistir.

Ivete: É gratificante, porém, o salário é baixo

X: Pelo que conheço das histórias da Gabriela penso que seja muito difícil. A minha vontade real é entrar com um processo trabalhista contra a Costa. Mas eu sei que minha filha aceitou esses termos e não entrou às cegas, então não posso fazer nada.

Thayse: Pelo que ela me falou e um tanto cansativo , mas no mesmo tempo ela pode sair e conhecer os lugares maravilhosos que tem na Europa.
Você percebeu alguma mudança no seu filho depois que ele voltou do navio?
Sim, percebi que a Camila apesar de ter aquele jeito de menina dela ficou mais madura, mais senhora de si e muito responsável.
Muitas. O crescimento pessoal é absurdamente grande

Sim, voltou valorizando mais a família. Já era independente, já sabia se virar mas voltou com a mente mais aberta.

Percebi muitas coisas. Ela voltou mais independente, mais madura, aprendeu a dar valor no dinheiro suado, aprendeu a dar mais valor na família e na vida que tem. Ela viu que o mundo lá fora não é fácil não, e que as vezes é preciso fazer sacrifícios para alcançar os objetivos.

Sim no conhecimento ela esta mais madura e feliz.
7- Você o apoia a continuar nessa vida?

Se for da vontade dela eu vou apoiar totalmente

Não, acho valida como experiencia mas nao como carreira profissional.

Sim desde que ganhe bem

Não. Hj ela está indo para o terceiro contrato, e sinceramente espero que seja o último. Sempre sonhei em ver meus filhos formados no curso superior e investi nisso a vida inteira deles.

Sim apoio.
8- Você foi visita-li a bordo? O que você achou?
Fui sim, e pude ver que ali dentro eles pareciam ser uma grande família. Quando fui minha filha me mostrava todos os lugares mas, o que mais me impressionou foi que a todo momento a Camila parava e me apresentava para alguém, não importando a nacionalidade. Pude ver o quanto minha filha era querida e isso me tranquilizou em relação aos medos que eu tinha sobre essa vida.
Sim. E me senti imensamente orgulhoza de ve-la se dedicando,trabalhando,responsavel

Sim, foi maravilhoso... Só que o navio não podia navegar, tenho medo (risos)

Eu fui uma vez, no primeiro contrato dela, mas não subimos no navio Pq ela queria que eu cozinhasse pra ela (ela adora minha comida). Mas pelo que vi no Porto de Santos achei bem desorganizado.

Não.
9- O que você diria para quem está vivendo isso agora, digo, para os pais que ainda estão chocados com a ideia de ter um filho embarcado?! E um conselho para lidar com a saudade?
Diria para apoiar o seu filho, porque isso vai ser uma experiência única e que vai mudar a visão dele em relação ao mundo e ele mesmo. Confesso que lidar com a saudade é difícil mas, se minha filha estiver feliz é o que vai me importar.
Para os pais,acreditem que tudo é valido. É uma fase de experiencia importante para um jovem para aprender a conviver com as adversidades da vida,ainda que sozinho e longe de casa.

Pra terem muita paciência, orar muito a Deus independente de religião pois vai está orando e pedindo proteção ao seu filho que vai está muito distante de casa. Ter fé e apoia que vai dar tudo certo e entregar nas mãos de Deus.

Olha, para esses pais de "primeiro contrato" nosso filhos estão tentando se descobrir, afinal criamos eles para o mundo. É uma boa experiência de vida um enriquecimento cultural que poucas pessoas terão na vida. São histórias para contar por vários anos, laços que ficarão por muito tempo na vida deles. Eles vão fazer de qualquer jeito e pelo menos se tiverem seu apoio vc fará parte da evolução deles. E a saudades, só quem é mãe sabe a dor que é ficar longe de um filho, mas eles não podem ficar na barra da saia pra sempre, infelizmente.

Tem confiar em seu filho Hoje tem tantas maneira de matar a saudade ,facebook , telefone e muito mais.
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